Os nomes « sapo » e « rã » são ambos nomes vernáculos, tal como coruja e mocho. Por outras palavras, são nomes comuns que não têm verdadeiros fundamentos científicos. Não constituem uma família, nem um género, nem sequer uma espécie.
Sapos e rãs pertencem à classe dos anfíbios, também conhecida como batráquios. Mas apresentam várias diferenças.

Sapo e rã, diferenças físicas
A primeira diferença está na pele. A pele de um sapo é seca, espessa e coberta de verrugas, embora continue a ser macia. A de uma rã é húmida, fina e lisa, o que torna o animal difícil de apanhar à mão.
Outras diferenças estão nas patas traseiras. As das rãs são longas e muito musculadas. Permitem-lhes saltar e apoiar-se nelas para mergulhar. As dos sapos são mais curtas e menos musculadas, permitindo apenas pequenos saltos.
Modos de vida diferentes
Os sapos são anfíbios sobretudo terrestres que só procuram a água durante o período de acasalamento e de postura dos ovos. As rãs, por sua vez, são anfíbios aquáticos. São elas que por vezes vemos pousadas sobre nenúfares.
Sapos e rãs também se distinguem pela forma como põem os ovos. Os primeiros fazem-no em filamentos que se prendem ao fundo da água, enquanto as segundas depositam os ovos em pequenos grupos à superfície.

Cuidado com o sapo!
Por fim, saiba que é melhor ter cuidado. Porque atrás de cada sapo não se esconde um príncipe encantado. Muito pelo contrário! Os sapos possuem, na parte de trás da cabeça, glândulas que segregam uma substância venenosa que ataca o sistema nervoso do agressor. É uma proteção contra os predadores. Algumas espécies de sapos podem, assim, ser mortais. No entanto, os sapos-comuns provocam geralmente no ser humano apenas algumas irritações.
Reescrita natural
O sapo e a rã são ambos anfíbios. Mas a rã não é a fêmea do sapo! Há várias características que permitem distingui-los com facilidade.
Os termos « sapo » e « rã » são nomes vernáculos, tal como acontece com coruja e mocho. Ou seja, são nomes usados no dia a dia, mas sem uma base científica rigorosa. Não correspondem a uma família, a um género, nem sequer a uma espécie.
Sapos e rãs pertencem à classe dos anfíbios, também chamados batráquios. Ainda assim, apresentam diferenças bem visíveis.
Sapo e rã, diferenças físicas
A primeira diferença nota-se na pele. A pele do sapo é seca, espessa e coberta de verrugas, embora continue a ser macia. Já a pele da rã é húmida, fina e lisa, o que torna este animal mais difícil de apanhar com a mão.
As patas traseiras também ajudam a distingui-los. As rãs têm patas longas e muito musculadas, que lhes permitem saltar e ganhar impulso para mergulhar. Os sapos, por outro lado, têm patas mais curtas e menos musculadas, o que limita os seus movimentos a pequenos saltos.
Modos de vida diferentes
Os sapos são anfíbios mais terrestres e procuram a água sobretudo durante o período de acasalamento e postura dos ovos. As rãs, pelo contrário, têm hábitos mais aquáticos. São elas que por vezes vemos pousadas sobre nenúfares.
Também há diferenças na forma como põem os ovos. Os sapos depositam-nos em filamentos que ficam presos ao fundo da água, enquanto as rãs deixam os seus ovos em pequenos aglomerados à superfície.
Cuidado com o sapo!
Por fim, convém lembrar que é melhor manter alguma prudência. Afinal, nem todos os sapos escondem um príncipe encantado. Muito pelo contrário! Na parte de trás da cabeça, os sapos têm glândulas que produzem uma substância venenosa capaz de atacar o sistema nervoso do agressor. Trata-se de uma defesa contra os predadores. Algumas espécies de sapos podem até ser mortais. No entanto, os sapos-comuns provocam geralmente apenas algumas irritações no ser humano.
